A PONTO DE significa: na iminência de, prestes a, a tal ponto que, de tal forma.
O Ministro esteve a ponto de cair.
Emprega-se AO PONTO (DE) quando o PONTO, na frase, indica uma situação real.
A água chegou ao ponto de ebulição.
A PONTO DE significa: na iminência de, prestes a, a tal ponto que, de tal forma.
O Ministro esteve a ponto de cair.
Emprega-se AO PONTO (DE) quando o PONTO, na frase, indica uma situação real.
A água chegou ao ponto de ebulição.
Após a reforma ortográfica, deve-se usar sempre a forma DIA A DIA, sem hífen.
É um termo da oração considerado desnecessário, podendo ser retirado sem qualquer prejuízo para ela. A partícula expletiva é também chamada de partícula de realce.
Exemplos:
1) O que que você está lendo?
O que você está lendo?
que = partícula expletiva ou de realce
2) Vejam só o que eu ganhei!
Vejam o que eu ganhei!
só = partícula expletiva ou de realce
3) Vou-me embora pra Pasárgada.
Vou embora pra Pasárgada.
me = partícula expletiva ou de realce
Observação:
Quando os pronomes oblíquos átonos (me, te, se, nos, vos) estiverem juntos de verbos intransitivos que possuam sujeito, eles serão considerados partículas expletivas ou de realce.
Lactante: Mulher que amamenta.
Lactente: Criança que mama.
Leia o que diz o professor Cláudio Moreno sobre esses dois vocábulos:
“Lactante é quem está amamentando; lactente é quem está sendo amamentado. Portanto, lactante é a mãe, lactente é o bebê. Parece simples, mas não é. Dos vários pares de vocábulos que se confundem, este é talvez um dos mais perigosos que andam por aí. Em primeiro lugar, porque não é comum, na estrutura do Português, pares que se distingam por uma oposição entre -ANTE e -ENTE (no vocabulário de uso geral, na verdade, este é o único que conheço). Depois — e aí a coisa fica preocupante —, como ambos aparecem no mesmo contexto da amamentação, a pessoa que recebe recomendações médicas pode trocar um pelo outro, com as sérias consequências imagináveis (medicações receitadas para a lactante — a mãe — podem ser ministradas ao lactente — o bebê, ou vice-versa). Quem emprega esses vocábulos deve estar consciente de que a maioria das pessoas não sabe sequer da existência de dois termos; ipso facto, deve tomar todas as precauções para evitar mal-entendidos. Médico que fala em programa de rádio, então, nem pensar: deixe os dois vocábulos para quando estiver entre seus pares.”